Los cabrones y la plata - Orçamento pra dar, vender e pechinchar - Casando Sem Grana
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Los cabrones y la plata – Orçamento pra dar, vender e pechinchar

Preparação pro casamento é, pra maioria dos casais, momento de juntar moedas e esquecer que a palavra “supérfluo” faz parte do dicionário. Corta daqui, puxa de lá, risca acolá e tenta fazer com que o casamento caiba no seu bolso. Sim, você tem toda a permissão pra se achar o Tom Cruise e descer pelo teto pendurado num cabo. Yep, cabron, você tá numa missão impossível!

A calculadora já deve ter virado sua melhor amiga e o Excel, seu brother de infância. Mas como conseguir fazer um casamento mega-bacana com uma grana giga-apertada? Olha, se eu soubesse, já teria escrito um livro e estaria bombando mais que o Justin Bieber na turma de meninas da 5ª série. É quase uma mágica e contraria a lógica e a razão matemática. Porém, não custa nada tentar, né?

Sem esperar que nada caia do céu além de bosta de pombo, um dos caminhos talvez seja bater perna e pesquisar preços. Essa não é uma matéria sobre compras de supermercado, mas a ideia é a mesma. Fazer um levantamento dos preços de diversas empresas te proporciona maiores chances de conseguir fazer um bom negócio com o preço mais em conta. Além de descobrir qual fornecedor tá fazendo o melhor preço, você ganha maior poder de negociação, podendo apresentar propostas de concorrentes pra tentar baixar o preço.

Aí você vai fazer a tal pesquisa de preços e volta cheio de papéis e com dor de cabeça, pois ainda não conseguiu entender o que é o tal de bouttoniére que vem de brinde no pacote da floricultura. Que tal organizar a papelada? Separe os orçamentos por serviço (ex.: os de DJ numa pilha, os da banda em outro) e, se quiser facilitar ainda mais, faça uma planilha especificando os dados básicos, como o nome da empresa, contato, o que oferece e o preço do serviço. Dá trabalho, mas fica mais fácil visualizar as diferenças entre as propostas dos fornecedores.

Há quem diga que o barato sai caro. Nem sempre, mas aconselho duvidar de preços muito abaixo da média do mercado porque sabe como é, quando a esmola é demais, até o santo do pau oco desconfia. A gente quer um bom preço, mas um produto de qualidade. Além disso, eleja quais são as prioridades do casal: a comida? A cerimônia religiosa? A decoração? Quem não pertence ao grupo dos milionários tupiniquins como eu (sonho meu, sonho meu…), sabe que não dá pra fazer com que todos os itens do casamento ocupem o primeiro lugar na lista de prioridades. Se o casal optou como prioridade a comida e a música, não tenha medo de falar pra sua noiva que você acha que usar flores desérticas de Marrocos é um desperdício de bufunfa. Vocês podem até discordar, mas relaxe que ela não desejará que você arda no mármore do inferno (lalalai!)

Sei que muitos casais não conseguem fazer um casamento da forma como gostariam, mas quando bater uma deprê, pense se não é melhor fazer uma festa mais modesta e dentro de suas condições do que ter o nome mais sujo que uma estátua rodeada por pombos (é, você já deve ter notado que tenho uma perseguição com pombos). Faça um casamento em que você se sinta confortável nele, e não se preocupando como vai pagar a conta dos canapés tibetanos. Por fim, não se esqueça, cabron: vocês estão casando pra celebrar o amor, não pra dar a festa mais luxuosa da história de suas famílias, ok?

Hasta luego!

O Noivo

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