Nossa Lua de Mel Econômica | Buenos Aires - Casando Sem Grana
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Nossa Lua de Mel Econômica | Buenos Aires

Nada contra viagens nacionais mas, eu acho que sempre que pudéssemos, mesmo com muito esforço de poupar ou parcelar, deveríamos viajar para o exterior. O Brasil é lindíssimo e cheio de coisas bacanas mas, viajar para o exterior te traz uma sensação completamente diferente em vários aspectos. Esse papo parece até óbvio mas a experiência em sí chega a ser quase indescritível.

Nós fomos para Buenos Aires com todo o esforço financeiro e trabalhista possível e foi uma das melhores coisas que eu já  fiz na vida! Eu posso dizer até que a sensação foi tão boa quanto ou até melhor do que me casar. Sei lá…difícil mensurar algo assim mas eu me senti tão em paz e feliz passeando por lá…

Para ir a Buenos Aires você precisa

– Deixar preconceitos de lado, como: “Argentinos são safados, mal educados, odeiam brasileiros etc etc etc”. Mentira isso aí, esquece! Existem homens safados em qualquer lugar do mundo porem me senti extremamente respeitada por lá (acompanhada ou não, ninguém sequer me olhou de forma desrespeitosa. Mal educados? Mesma coisa: Existem pessoas de todos os tipos de temperamento no mundo entretanto SEMPRE fomos muitíssimo bem tratados e NUNCA sofremos qualquer tipo de discriminação por sermos brasileiros. Pelo contrário, quem notava nossa nacionalidade, nos oferecia sorrisos e portas abertas.

– Não se preocupar muito com a língua. Aliás, se você fala mais ou menos o espanhol, fique no menos e fale português. Eles te entenderam e a conversação se dará com mais agilidade e facilidade do que com o uso do “Portunhol”.

– Não trocar seu dinheiro aqui! Sei lá, gente…Todo mundo que veio me dar dicas disse: “Troque seu dinheiro aqui, antes de ir para lá por causa das notas falsas”. Acontece que o benefício para isso é um só enquanto trocar lá são dois. Trocando aqui você evita as tais notas falsas (que podem muito bem ser evitadas lá, se trocadas em casas de câmbio também) mas ao mesmo tempo paga-se um X de taxa IOF e perde-se um bocado do seu dinheiro. Nós mesmos perdemos R$ 300 reais nessa brincadeira!!!

Por isso, antes de viajar, vá a casas de câmbio e consulte qual é a cotação do dia. Quando nós viajamos o real valia  2, 40$. Ou seja, quando acabaram nossos pesos, trocamos uma nota de R$ 100 por 240$ pesos e ainda conseguimos fazer VÁRIAS coisas.

Só de RG! Não precisa de passaporte não, tá? É só levar seu RG original e no avião mesmo, preencher o formulário de imigração que as aeromoças irão disponibilizar. Preencha-o e guarde com carinho para entregar na saída do país.

Nossa experiência

Dia 1

Uma amiga nos vendeu um pacote de 4 dias e 3 noites, comprado anteriormente em um site de compras coletivas. Nosso primeiro dia foi só de aeroporto numa escala em Montevidéu, no Uruguai. Chegamos em definitivo a Buenos Aires só a noitinha.

Se você passar por esta mesma conexão um dia, lembre-se dessas dicas: O aeroporto (Aeropuerto de Carrasco) tem apenas duas opções de alimentação e elas só aceitam dólares, reais ou pesos uruguaios. Comemos no Restaurante Patria um lanche dos campeões: Gostoso e barato.

A outra dica é o Duty-Free. Para quem não sabe Duty-Free Shops são lojas que ficam nas salas de embarque dos aeroportos que tem produtos nacionais e importados com isenção ou redução alta de impostos. No Duty-Free do Uruguai, os preços são melhores do que nos outros principalmente para roupas e perfumes. Fique esperta.

Ficamos hospedados no hotel do pacote, o Cambremon no centro da cidade. Hotel gostosinho de atendimento excelente. Café da manhã farto, ducha bem quente…um 3 estrelas bem reluzentes.

Depois de largarmos as malas, fomos jantar num restaurante qualquer do centro. Tinha tango, bife de chorizo con papas fritas e um vinho gostoso de 16 pesos (mais ou menos R$8 em reais). Dormimos pensando no que fazer para morarmos na Argentina.

Dia 2

No pacote de viagem estava incluso um passeio matinal pelas lojas de couros e caximiras da cidade. Para quem não sabe, além da boa carne, a Argentina tem uma grande produção de artigos de couro. Um motorista muito gentil nos acompanhou no passeio pelas lojas e nos indicava as melhores de acordo com o nosso gosto. Pena que nosso dinheiro era curto. Só deu para trazer uma carteira de 30 pesos, hahahaha.

Almoçamos pelo centro, em uma lanchonete que servia as também famosas Empanadas. Duas empanadas por pessoa + Refri = 15 pesos (mais ou menos R$7,50 em reais). Na volta para um descanso rápido no hotel, compramos uma Fanta Pomelo. Nunca tinha visto uma dessas no Brasil e o gosto é bem diferente. Não é ruim, só é diferente =)

A tarde rolou passeio guiado por alguns pontos turísticos da capital. Paradas mesmo foram poucas como na Casa Rosada, Cemiterio de la Recoleta e no Caminito. Outros pontos vimos só pela janelinha.

Curiosidade da Casa Rosada – Diferentemente do palácio da Alvorada que serve de residência e local de trabalho para os nossos presidentes, a Casa é apenas o “escritório” da presidente Cristina Kirchner. Famílias carentes, amparadas por uma espécime de “Bolsa Família” Portenha, transitam pelos arredores da casa durante o dia. Como disse um taxista, são os “filhos de Cristina”.

Curiosidade do Cemitério – Lá, além de Eva(ou Evita para os íntimos) Peron, estão enterrados grandes literários e políticos. O lugar é um verdadeiro museu a céu aberto com esculturas fantásticas.

Aliás, todo o bairro da Recoleta é bonito. Bonito, elegante, com muito tango e água de torneira vendida como água mineral pelos ambulantes (eca!)

Curiosidade sobre o Caminito – Ah, o Caminito…gracinha de lugar! Fica no bairro de La Boca e é todo comercial/cultural. As casas são coloridas, as lembrancinhas para trazer para a família são baratas, há muito tango pelas calçadas e a Quilmes é geladíssima. E apesar de ser um composto de 4 ou 5 ruazinhas bacanas, o Caminito é isso. Lembro de todos os turistas chegarem e saírem de vans e um cordão humano de policiais nos impedindo de ultrapassar esse limite. Segundo nossa guia é por causa da “periculosidade” do bairro. Mas calma, não Priemos Cânico: De dia em grupos não pega nada.

Após o final do nosso passeio guiado, terminamos o dia comendo um lanche gigante no Café Tortoni. Olha só a cara de cansaço da pessoa…

Dia 3

No último dia saímos dispostos a bater canela. Fomos a Biblioteca Nacional (e ficamos bobos com a vista)

Fomos ao Museu Nacional de Belas Artes, voltamos ao cemitério da Recoleta, andamos de metrô (que aliás é bem mais sujo que o mais sujo que você já conheceu. Mas funciona bem e vai a tudo que é canto da cidade), almoçamos no Hard Rock Cafe (YES, bom e barato pra caramba!!!) e tomamos meio quilo de Freddo por 13$ cada um!

Ainda demos outra ronda pela cidade e para fechar com chave de ouro jantamos onde?

Hein?

Am?

Adivinha?

Hahahahahaha, sim…lá em Puerto Madero =)

Mai como os pobre aqui tarram sem muita grana, comemos num “kilão” hahahahahahaha! Não não vai, era tipo um self-service com comida a vontade, carne boooooa pra caramba e tals mas não era como aqueles restaurantes com jantares a luz de velas, sabe? Era mais simples e valeu muito a pena. Com certeza eu faria tudo outra vez. Só levaria mais dinheirinho e separaria mais tempinho para curtir mais dessa cidade tão linda…

E é isso, minha gente.

Buenos Aires é tudo isso e muito mais. Acho difícil encontrar quem já foi e não gostou. Agora, com tantas promoções em sites de compras coletivas e com a facilidade de entrada em países do Mercosul, aproveite para conhecer essa cidade tão receptiva e de preços atraentes.

Mais dicas sobre Buenos Aires? Dê uma olhada nos links abaixo:

 

www.viajesim.com/BuenosAires

www.buenosairesdicas.com.br

buenosairesparabrasileiros.blogspot.com

Beijos!


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