Sete meses depois - Casando Sem Grana
HISTÓRIAS REAIS SÃO PAULO

Sete meses depois

Olá turminha!!!

Ai, falar do meu casamento ainda me dá certo arrepio, já se foram quase oito meses, mas parece que foi ontem que tudo aconteceu. O dia 17 de março de 2012 amanheceu lindo e, eu até imaginei que nada seria capaz de me chatear. No entanto, não foi isso que aconteceu… Ainda havia algumas coisas para acertar, levar ao buffet e a igreja e, nesse corre-corre, foi impossível não derramar nenhuma lágrima, tanto pelo nervosismo, como pela sensibilidade que aquele dia trazia, afinal, foram onze meses de preparação, cuidado e um investimento que iria muito além da conta-corrente, mas sim do coração.

A iniciativa de casar foi do hoje esposo, Jussiê. É esse nome diferente mesmo… Ele marcou a data e já de pronto escolheu o buffet. Já tínhamos feito muitas degustações, tudo era lindo, perfeito, mas impossível ao nosso bolso. Assim, fechamos em um buffet simples, mas que oferecia aquilo que procurávamos por menos de R$ 6 mil. Sim, de início pareceu estranho, pensei que era mais uma daquelas empresas que enganam os clientes, mas só ouvia elogios das pessoas que haviam feitos suas festas ali, então fechamos o contrato no mesmo dia, para uma festa com 100 convidados.

No pacote do buffet já havia muitos itens incluídos, então não precisamos nos preocupar muito. A minha superamiga e madrinha do casamento fez toda a arte do convite; a decoração da igreja rachei com as outras noivas; o vestido vi pela primeira vez na internet, fui à loja com a certeza que era aquele  e, quando o vi não tive dúvidas que ele seria meu.

No dia do casamento, as emoções afloravam em cada momento, cheguei atrasada no dia de noiva e, pode acreditar sem o vestido. Estava tão nervosa que esqueci o vestido, o sapato e o buquê, fiz o noivo dar uma pequena voltinha para consertar a situação. Lá, eu consegui relaxar, esquecer, de verdade, toda a confusão do dia, as lágrimas, as suspeitas de que nada daria certo ou qualquer pensamento negativo. Foi ótimo!

O casamento estava marcado para às 17h, mas meu pai e cunhado se perderam no caminho e eu só consegui chegar meia hora depois na igreja. Eu que nem gosto de salto alto, subi as escadarias da igreja tão rápido e sem tropeçar, que foi algo surpreendente. Lá, pedi ao meu pai que não me deixasse cair, ele riu e me olhava com um ar tão lindo, com tanta emoção, que essa imagem é impossível esquecer.

Eu não quis entrar na igreja com nenhuma marcha nupcial, queria uma música que significasse algo para nós, que tivesse feito parte da nossa história. Então, quando começou a tocar “I look to You”, de Whitney Houston, nós – eu e meu pai – demos o primeiro passo. Eu tinha falado para mim mesma que nessa caminhada olharia para o noivo lá no altar, mas é tão difícil… As pessoas ficam sorrindo para você e, fica impossível não olhar para elas, retribuir o sorriso. Só depois de segundos que me lembrei do rapaz lá na frente, quando encontrei seu olhar, fiquei admirada, ele estava chorando, de um modo tão verdadeiro, que me fez esquecer toda a irritação da manhã, foi a injeção de ânimo para eu perceber que tudo aquilo estava valendo a pena, que era realmente o amor que nos unia e que estávamos traçando um capítulo muito especial naquela tarde linda e maravilhosa, um florescer de uma nova vida, o início de diversas conquistas.

Beijos para vocês!

Não desistam dos seus sonhos!

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