Lua de Mel Econômica | Aiuruoca - Minas Gerais - Casando Sem Grana
Lua de Mel REFERÊNCIAS

Lua de Mel Econômica | Aiuruoca – Minas Gerais

Tudo começou quando a Vivi postou aqui no blog dicas de viagem de lua de mel nacional. Uma das dicas era para esta cidade de nome engraçado

AIURUOQUÊ?!

Me indaguei, hahahahahahaha

Daí a Marina, uma leitora nossa, nos escreveu dizendo que seus sogros possuíam uma pousada lá. Como o feriadão estava as portas, decidi entrar em contato com os sogros dela e fazer uma reserva. Cacei mais informações no Google e descobri que lá tinha tudo o que eu mais amava: Sossego de cidadezinha e cachoeiras. Descobri também que é a terra natal da Isis Valverde. Mas isso não me fez diferença, hahahaha.

PARTIU AIURU..RU…AIO…ENFIM!!!

Partimos de São Paulo capital pela Fernão Dias na sexta-feira às 8h da manhã. A estrada é praticamente uma reta só e são apenas 4 pedágios de R$ 1,40 cada. Passa Monte verde, passa Baependi, passa Caxambu, passa outras tantas cidadezinhas e vai embora…foram 5 horas de carro recompensadas por um ar puro e uma natureza incrível!

A pousada que ficamos é a Estalagem Mirante dos sogros da Marina. A história da pousada vale um parágrafo:

Gilberto (o sogrão) comprou um terreno em Aiuruoca nos anos 90 para o seu pai. No começo dos anos 2000 se mudou para a cidade e abriu o antigo Restaurante Mirante (que hoje é a pousada). Seu pai faleceu alguns anos depois e por uma série de motivos ele decidiu seguir apenas com a pousada. O mais bonito dessa história é ver o brilho de saudades nos olhos do Gilberto, do seu pai. Contei isso aqui por que me emocionei muito com a história dessa família e com esse lugar tão maravilhoso e abençoado. Veja as fotos e entenda se não é de suspirar…

E que tal esse café da manhã beeeeeeem mineiro?

Tá bom ou quer mais?

Na hora do almoço a gente também passa mal…

A estalagem se chama “Estalagem Mirante” por causa dessa vista…

É… *suspira*

Como se não bastasse uma vista dessa em um lugar tão confortável, para quem gosta pelo menos um pouquinho de aventura, Aiuruoca te recompensa com os roteiros mais fáceis de se chegar e mais bonitos de se estar.  A nossa primeira parada foi na cachoeira Deus-me-Livre que recebe esse nome por causa das três quedas d’água (DEUS, ME, LIVRE). Essa cachoeira fica a 20 minutos a pé da estalagem e quando anoitece, você adormece ouvindo o som das águas…

As vaquinhas são presença constante nos sítios ao redor das cachoeiras. São amigas e não comida, hahaha

Tem a cachoeira do tombo a 30 minutos a pé do Mirante. Aqui as águas são mais fortes. Vale pela vista mas não o mergulho…

Doze quilômetros para a esquerda do Mirante, fica o Vale do Matutu. Lá você encontrará um casarão do início do século XX que serve de museu e café. Tem também o restaurante da Tia Iraci (R$ 25 por pessoa para comer a vontade – bebidas a parte), venda de artesanato (Foge Bino, cilada! facadinha…), de de queijos feitos na região e também o Poço das Fadas que é praticamente uma piscina natural. Isso sem falar nas amoras gigantes encontradas nas trilhas…

Na estrada para o Matutu, tem a venda de ovos caipiras por R$ 3 a dúzia e aos arredores você encontrará muitas outras opções de pousadas e até SPA’s. Coisa fina!

Agora, a cachoeira mais linda que visitamos foi a dos Garcias, com certeza. A vinte quilômetros para a direita do Mirante, a cachoeira pode ser visitada tanto na parte superior, quanto na inferior, na queda d’água. Para quem é mais radical ainda, se informe sobre a possibilidade de fazer um rapel.

O único restaurante indicado pelas placas no caminho dessa cachoeira vive fechado. Para fazer essa trilha é preciso levar alimentação. AQUI tem dicas do que levar para uma trilha tanto para se alimentar quanto para se vestir adequadamente.

Até um amiguinho eu fiz! Hahahaha

O dia estava friozinho e a água super gelada mas mesmo assim aproveitamos o máximo!

Agora, se seu negócio é sossego total, a 15 minutos do Mirante fica o “Pocinho”, outra piscina natural. Paga-se R$ 5 por pessoa para entrar e há uma lanchonete e espaço para lanchar tranquilamente.

Aiuruoca tem uma média de 6.000 habitantes na área urbana e quase 30.000 na rural. É um lugar muito pacato e próprio para quem deseja fugir da agitação da cidade, das redes sociais e do sinal de celular, hahahaha. O centro é pequenininho e charmoso. Mais mineiro impossível.

Gostou?

Agora as contas

Quatro dias de hospedagem + combustível + pedágios + alimentação + compra de queijos e ovos (hahahaha) = Gastamos uma média de R$ 750 reais =)

Vantagens de Aiuruoca

Hospedagens de valores acessíveis com café da manhã incluso (leia-se SUPER café da manhã). Na Estalagem Mirante pode-se fazer a reserva do almoço e comer a vontade por R$ 15 por pessoa!

Céu estrelado, comida farta e saborosa, muito verde, temperatura agradável e sossego absoluto

Desvantagens

– Possui uma única agência bancária: do Bradesco

– Como cidade pequenina tem opções restritas de restaurantes: São três no centro (sendo uma lanchonete) e alguns outros espalhados na zona rural. Por isso, seja flexível na hora de se alimentar. Principalmente na hora do jantar

– Fora os circuitos naturais não possui outras opções de lazer. Mas convenhamos que se vai em lua-de-mel, essa não será uma grande preocupação, hahahahaha.

Links

Estalagem Mirante  – Gilberto / Edi | Portal do Turismo de Aiuruoca | Aiuruoca na Wikipédia | Aiuruoca na WebAventura

 

Beijos e bora para Aiuruoca!

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