Casamento real e econômico | Mariana e Carlos - Casando Sem Grana
HISTÓRIAS REAIS SÃO PAULO

Casamento real e econômico | Mariana e Carlos

“Sonho realizado”
Esse era o título do e-mail da Mariana pra gente.

Ela saiu lá do interior e veio para São Paulo para comprar quase tudo do seu casamento e com a ajuda da mãe, do noivo e dos amigos, realizou seu sonho numa cidade tradicional e fechada para inovações.

O final do relato é emocionante. Vem cá ler…

“Olá Sammia!

Bom, as meninas do CSG já me conhecem dos emails…rs. Eu sou a Mariana e casei com o Carlos no dia 06 de abril de 2013. Sou de Suzanápolis cidadezinha de quase 3 mil habitantes no interior de São Paulo (nem vou tentar explicar…rs) e agora moro em Ilha Solteira (cidade vizinha de Suzanápolis e divisa com Mato Grosso do Sul). Estou mandando o e-mail porque quero infinitamente agradecer pelo site e por todas as dicas que usei SIM no meu casamento e ficou um sonho.E quero dividir com vocês e com todas as noivinhas que estão nesta maratona.

Começar um relato de casamento traz, por si só aquele sentimento de alegria inesgotável que só quem foi noiva uma vez sente!

Há algum tempo estávamos pensando em casar, porém eu deixei claro que só casaria se passasse em concurso público, daí eu passei em 3 e não teve jeito né? hahaha. Como eu não nasci rica, gastei minha segunda chance de o ser, casando com um pobre e não rolou de ganharmos na loteria até o casamento, fizemos de tudo para economizar. Tipo tudo mesmo…. Definimos a data quase um ano antes (quando saiu o primeiro resultado de concurso) e com isso, pensava eu que poderia fazer um “casamento econômico”. E foi o que fizemos.

Brincadeiras à parte, comecei a procurar em sites de busca com a frase: “casamentos baratos ou gastando pouco”. Achei o CSG. Daí para frente virou um vício sabe? igual entrar no Facebook: eu tinha que entrar no seu site também todo dia. Vi um sorteio que precisava colocar a data do casamento então decidi que casaria dia 06 de abril do ano seguinte e comecei a pensar nos detalhes. No total foram quase 9 meses para organizar tudo.

A primeira briga foi sobre a lista de convidados. Como é difícil! mas com base em tudo que eu li no CSG eu fui ciente de que muita gente ficaria de fora, mas o noivo e minha mãe (que tem 10 irmãos) não. Somente no final chegamos ao consenso de nos máximo 250 pessoas, e assim foi.

Começamos então pela aliança. Seguimos as dicas do Casando sem grana e lá fomo pra maratona da Sé, a tal ruazinha (eu já morei em São Paulo) daí eu, minha mãe o noivo, arriscamos a famosa “rua do ouro”, ou Rua Barão de Paranapiacaba. Fomos as lojas indicadas: Elite e Madame Rivas, mas estavam mais caras encontramos na loja JM Jóias. Nossa aliança é bem grossa e anatômica.

Fomos ver algumas decoradoras e seus materiais mas nada fez meus olhos brilharem. Então surgiu primeiro a ideia do rancho, de tanto ver blogs de casamento, daí fui pesquisar: o racho que eu queria ficava em torno de R$1500,00/ 3 dias. Então, fomos ver a decoração e tal. Eu até comentei com a Sam que algumas decoradoras foram bem chatas. Enfim começamos a colocar na ponta do lápis e considerar os “e se”: se chover, terá barro, “se ventar, estraga decoração ou sei lá”, “se fazer muito calor (porque aqui realmente faz muito calor, vou ficar nervosa porque vou suar”…..e ainda pra variar o salão disponível na minha cidade é lindo, até a data do casamento estaria climatizado e o melhor de graça (mas só pra moradores da cidade viu gente?! rs)

Bom, resisti um pouco, mas pensando em $$ voltei à sã consciência, escolhendo assim o salão. De tanto pesquisar, escolhi também a cor: rosa com marrom. E ai mais um desafio: as decoradoras especializadas na área daqui da região, não tinham marrom com rosa. Uma até se disponibilizou comprar mas era super enrolada. Outra sugeriu toalhas floridinhas (até que gostei). Minha mãe foi em todas essas decoradoras, fez todos orçamentos possíveis e resolveu também ir numa outra que tem sua fama na região por fazer festas infantis. Trunfo: ela tinha marrom com rosa! Não foi a mais simpática, muito menos a mais barata, mas foi exatamente do jeitinho que eu sonhei! Fechado, Vitória Festas ficou responsável pela decoração.Ela não tinha equipe de garçons mas indicou uma excelente!

A comida foi feita pela equipe da cozinha piloto de Suzanápolis. Estava tudo delicioso e super econômico porque eu gastei ao todo com a comida cerca de R$3000,00!

Segundo passo foram os convites. Esse apesar da dificuldade pra imprimir (porque as várias gráficas que fui – aproveitando que estava em Osasco – só imprimiam se eles fizessem a arte). Mas a arte, não foi problema eu tinha um noivo lindo que fez tuda a arte gráfica conforme eu imaginava. Também tive “ajuda” pra não falar que eles fizeram sem mim da mamãe e de uns amigos dela: Danilo César, Marlene Paiva e Mônica Ribeiro que fizeram todos os envelopinhos, os laços dos convites e também os lacinhos dos porta guardanapos.

Terceiro passo: Fote e filmagem. Eu queria algo diferente e  não aqueles loooooooongos vídeos com aquelas músicas super tradicionais no fundo que as pessoas ficam posando e tal. Procurei nas cidades vizinhas e não achei. Achei preços interessantes mas mais uma vez nada que meus olhos enchessem de lágrimas ao ver. Fechamos com Adriano Almeida a fotografia que já era super amigo do noivo e que nos deu abertura para ideias, criticas e tal. Filmagem foi com Cinemacaco que foi indicação de uns padrinhos. Viajamos um pouquinho mas encontramos do jeitinho que eu queria e num preço super acessível. Resumindo essa parte ficou em torno de R$3.500 com tudo que eu tinha direito.

O Dj, eu não vou comentar muito porque tenho um gosto diferente para música e aqui no interior, pelo menos em Suzanápolis, predomina-se o sertanejo e o funk, coisas que eu não curto muito. Preparei uma listas com quase 200 músicas e disse que se acabassem podiam tocar as dele. Nada feito: ele tocou 5 minhas e todas dele. Nada de Black Eye Peas, nada de músicas anos 60 (com excessão da valsa), nada do que eu pedi. Por isso noivinhas deixem bem claro o que esperam…

Ah e os docinhos, minha parte favorita de todas as festas: mais uma vez, como tudo nos preparativos do casamento, minha mãe recorreu aos seus amigos que fizeram brigadeiros de copo, brigadeiros que lembravam amoras, beijinhos de dois tipos e pra variar eu ganhei uma parte e comprei outra dos docinhos da Doce Cacau (foram tortinhas de limão e maracujá, copinhos de chocolate trufados, olho de sogra). Nessa brincadeira eu gastei menos de R$300 reais graças ao comprometimento da equipe da mamãe e do presentão da Doce Cacau.

Voltando a Sampa, com a lista do Casando sem Grana, fomos a 25 de março comprar aqueles kit festas, lembrancinhas, cetim pros lacinhos da festas, embalagens pra docinhos…enfim, várias coisas. Andamos o dia inteiro e encontramos quase tudo num só lugar: Camicado Festas. Tudo mais barato! não adianta muito insistir gente pois lá tem de tudo. Acho que só o kit festa (pulseirinhas, colares, óculos e afins) que não foi lá – achei mais barato numa travessinha da 25 uma loja de bolivianos bem no final da rua – mas não lembro o nome. O ruim de demorar pra escrever pro Casando sem grana é isso: eu não lembro nomes de lojas nem valores exatos mas eu sei que na 25 ficaram uns R$1.200,00 (pouco se comparado a compras aqui no interior de São Paulo).

As lembrancinhas acabei não comprando em São Paulo mas no Mercado Livre achei dois excelentes fornecedores: um foi da Mugs Plásticos onde comprei 250 copinhos há R$1,15 como lembrança pra todos convidados. A lembrança das madrinhas encontrei na Chantie chinelos por um preço bacaninha e negociável. A lembrança dos padrinhos compramos foi um vinho comprado no supermercado. Eu, o noivo e novamente a equipe da mamãe personalizamos: o noivo com a parte gráfica, eu com impressão em papéis adesivos e equipe da mamãe novamente embalou!

Daí veio a dúvida: meu vestido não tinha cara de véu. Daí dalê e-mail para o Casando sem Grana que logo foi respondido. Mandei e-mail pra Fernanda Besagio também e todas as dicas foram muito úteis, tanto que optei pelo casquete (nunca usado na minha cidade).

Maquiagem e cabelo foram meus dilemas. Há alguns anos atrás fiz um book lindo, com uma equipe maravilhosa. Quando falamos em casamento eu já comecei a sonhar com o make feito pelo Edú Ike da equipe Laura Lima. É beeeem mais caro do que os cabeleireiros da região mas eu já tinha conseguido economizar em tantas coisas que eu me dei esse luxo.

Por último foi o barman, que foi muito discutido sobre a necessidade ou não, mas no final teve esse luxinho também que custou R$540,00 ( sendo 3 atendentes, com o valor de 350,00 + valor de deslocamento a cidade de R$70.00 + bebidas).

No total foram gastos cerca de R$15.000 com tudo, tudo mesmo: álbum, lembranças, DVD…TUDOOO. Não foi super barato, eu sei, mas eu já fui em casamentos bem mais simples e mais caro.

Agora, a parte mais legal: “o grande dia”!
Alguém dorme bem na noite que antecede? Eu não dormi nada e fiquei nervosa por isso, hehehe. Fui pra maratona da noiva. Gente como alguém consegue relaxar?

Um detalhe que eu não falei e foi bem chato é que um mês antes do casamento meu pai resolveu que a felicidade dele não estava na família e se separou da minha mãe (tudo dentro de um contexto que meu pai tornou ainda mais doloroso). Eu até pensei em desconvidar as pessoas e desmarcar o casamento mas eu tive uma super mãe e um super noivo (além dos grandes amigos) que super me apoiaram. Chegou a hora de entrar na igreja com meu pai, e nos últimos dias falei bastante com ele, já que o combinado antes da tal decisão era que ele também contribuiria pra realização do meu sonho e eu rezei muito pra Deus me iluminar e pros anjos me darem a mão. Gente…quando cheguei na frente da igreja eu achei que fosse desabar de chorar mas ai me acalmaram. Quando a porta da igreja se abriu não aguentei: eu tentava sorrir e chorava. Foi um misto de sentimentos que eu não consigo explicar. Foi lindo.

Ah! O noivo pediu pra falar que ele entrou na igreja com a música “Monte Castelo” e que a entrada das alianças foi de “Escolhi te amar” do Ricardo Sá, tudo na voz de Leandro, o cantor.

Depois optamos pelo casamento civil na festa da minha madrinha linda, Iracema. Os padrinhos entraram no salão ao som de Elephant Gun (Beirut) e nós ao som de “Amor de índio” (Maria Gadú). Mais uma vez lindo.

A emoção não parou por aí, o Juiz o cartório, fez um sermão lindo sobre família e minha mãe aprontou comigo: fez uma homenagem juntamente com o Leandro cantando uma canção falando de mim desde quando nasci. Foi lindo e ai lá fui eu chorar novamente. Mais tarde teve a valsa, que também não foi comum. Foi o comecinho da valsa tradicional e depois ao som de Bill Haley – Rock Around The Clock, que foi muito divertido (ensaiamos por quatro meses com base num vídeo que achamos no youtube…rs).

Acho que vale muito a pena investir essa grana num sonho desses. Foi recompensador toda a emoção, todo o carinho e como intitulei meu álbum no Facebook: “O inicio do felizes para sempre”, ou como dizia a frase do convite “O pedido que se pensou, o destino que se cumpriu…” da música Amor de índio.

Meninas, muito obrigado pelas dicas diárias e pelos emails respondidos. Noivinhas, vale a pena sonhar!
Beijos
Mari”

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fornecedores

Cabelo e maquiagem – Edu Ike (equipe Laura Lima) | Decoração – Vitória Festas | Artigos do Buffet (aluguel) – Edna Akemi | Topo do Bolo –  Cristina Morales | Filmagem –  Cinemacaco (São José do Rio Preto) | Fotografia – Adriano Almeida | Artigos de festa –  Camicado Festas (25 de março, SP) / Ohanas Coquetelaria (18) 3722-7795 | Lembrancinhas (copos) – Mugs pláticos  | Chinelos das Madrinhas – Fantie

 

Beijos!

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