Sou professora e quero me casar | Será que dá? - Casando Sem Grana
Por onde eu começo?

Sou professora e quero me casar | Será que dá?

Oi, meninas!

Estou muito animada, eufórica e ansiosa pra compartilhar com vocês os meus preparativos! Acompanho o CSG há um tempo e vejo nos casamentos realizados a esperança de que é possível ter um sonho, basta acreditar e trabalhar pra se realizar.

Bom, vou me apresentar:

Sou Camille, uma noiva neurótica nesta odisseia matrimonial! Sou professora de português e, nas horas vagas, transformo-me em professora de japonês.

Eu e meu noivo, o Leonardo, decidimos nos casar em 12 de setembro de 2015, uma data muito simbólica pra nós, pois 2 dias antes meus avós completarão 60 anos de casados – S-E-S-S-E-N-T-A! Com isso, gostaríamos de homenageá-los e, também, ter como exemplo a união dos dois.

avos-camille-60-anos-de-casados

mas-sera-que-da-pra-casar

Sabemos que ser professora não é a profissão mais bem remunerada por aqui. Além disso, moro em Niterói, no Rio de Janeiro, umas das cidades com o IPTU mais caro do Brasil. E a pergunta que não quer calar é:

“Será que dá mesmo pra casar?”

Já ouvi diversas respostas, sempre tendendo para o não – é impossível, uma ilusão… Como me motivar em um cenário contra desses??

Pra começar, vou reforçar a ideologia do blog: “é possível casar com a grana que se tem“! E, acrescento um lema que os japoneses têm: Ganbatte! Ou 頑張って, que significa “Esforce-se!”, “Faça o seu melhor!”. Para o povo dos olhos puxados, a conquista vem por meio do esforço.

keep-calm-ganbatte

Então, a partir desse texto, venho compartilhar com vocês como é se casar sem grana na terra de Araribóia (o queridão considerado fundador de Niterói ;)) Pra mim, ser uma noiva econômica é aproveitar das feiras para obter descontos e conhecer alguns trabalhos profissionais. Já andei procurando o espaço e, a cada orçamento, levo uma facada no peito… Mas vamos que vamos! Sou professora e vou casar sim!

camille-e-leonardo-

É inevitável empolgar-se | Uns com muito, outros com pouco 
Mas, certamente todos | Às vezes nossa empolgação é só nossa 
Às vezes, ela só é, se puder ser compartilhada | Não importa como, mas com quem
A gente sente | A gente extravasa | A gente sente mais ainda
Pensamos como altruístas | – que triste é não compartilhar as alegrias

Elas se fazem por nós | Mas, certamente para todos | A gente planeja um sonho
E o ápice não é realiza-lo | É compartilhá-lo | É mostrar que essa batalha vencemos
É mostrar que somos vitoriosos | Que não desistimos diante de nada
E que sim, nos permitimos | Sonhar, viver, amar.
Rodrigo Zapico

Vem comigo nessa aventura?

Um beijão,

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