Casamento real e econômico | Gisele e Ricardo - Casando Sem Grana
HISTÓRIAS REAIS SÃO PAULO

Casamento real e econômico | Gisele e Ricardo

Oie!!
O casamento real de hoje está fofo e cheio de histórias legais 😀

A família da Gisele e do Ricardo se envolveram um monte com os preparativos e os noivos não tiveram medo de colocar a mão na massa para fazer acontecer o casamento dos sonhos.

Convites, lembrancinhas, plaquinhas de madeira, garrafas de vidro, centros de mesa e os móveis usados na decoração foram tudo resultado de um trabalho de equipe, que deu super certo!

A cerimônia aconteceu em Pirassununga, São Paulo. Vamos ver?

“Minha história com os blogs de casamento começou muito antes de eu ter noivo ou data pra casar. Quando eu e meu então namorado fomos convidados a elaborar a identidade visual de um casamento de amigos, eu fiquei com a função de procurar referências, e foi aí que caí de cabeça nesse universo dos casamentos na internet.

Mas foi só quando eu tinha o meu casamento pra planejar que descobri o CSG e foi amor à primeira vista! Taí um blog que é minha cara! E desde então estou sempre ligada nas ideias e novidades…

Já minha história com o Ricardo foi um pouco mais complicada, cheia de idas e vindas… Nos conhecemos nos primeiros dias de aula da faculdade de Design Gráfico, em 2007, ele chegando de Piracicaba, eu de Pirassununga, ambos se adaptando em Bauru. Ficamos amigos e ele nunca escondeu a admiração que tinha por mim, mas só ficamos juntos em 2009.

Ainda com sérias diferenças por resolver, terminamos no início de 2012. E foi preciso a intervenção Divina pra que, em agosto/2012, voltássemos a ficar juntos, dessa vez pra valer e com a certeza de que foi Deus quem nos uniu. Em setembro, marcamos a data para março/2013, com um pouco mais de 6 meses pra planejar tudo.

Começamos a planejar um casamento que tinha que ter a nossa cara, sem excesso de pompa e protocolos e, principalmente, econômico.

Começamos definindo a cidade que tivesse acesso fácil para as pessoas que viessem de fora. O fato de termos planejado tudo em Pirassununga – e não em Bauru, onde vivemos – colaborou muito no fator economia. Até porque minha família abraçou o evento e todo mundo colaborou de alguma forma pra que tudo saísse como esperado.

Enquanto isso, em Bauru, eu colocava a mão na massa, contando com o apoio total da minha amiga-irmã-madrinha Liliam e com toda a paciência e colaboração do meu querido.

 – As lembrancinhas: os bloquinhos foram comprados sem capa. Eu fiz as capas em papel cartão forrado com tecido, dei os lacinhos, colei as tags. Foi o “DIY” que mais deu trabalho e demorou, mas valeu a pena. Comprei os bloquinhos por R$ 0,80 e o valor final unitário não ultrapassou R$ 1,20. E quer lembrancinha mais propícia para o casamento de um casal de designers?

– As garrafas: estavam em tudo! Na decoração da Igreja, nos centros de mesa, na mesa do bolo, penduradas na entrada do salão… Ao todo foram mais de 100 garrafas e potes pintados com tinta vitral amarela e alguns decorados com barbante e fita de cetim.

– A papelaria: ah, a papelaria! Na verdade acho que nem conseguirei me lembrar de todos os itens que eu acabei criando – tudo aprovado pelo marido e impressos em gráfica rápida. Convites, tags dos nomes, convites dos padrinhos, convites para a festa, adesivos para os pães de mel, tags da lembrancinha, tag pro frasco de bolha de sabão, lencinhos pra cerimônia, plaquinhas para a comida, quadrinhos e plaquinhas, guestbook, cartões postais para mensagens… O custo de tudo eu já não me lembro mais, mas os convites não ultrapassaram R$ 1,50 a unidade.

– As molduras de “R$1,99” foram pintadas com spray amarelo.

– Os pompons de papel de seda: enfeitaram as portas e janelas do salão.

– Os porta-guardanapos foram feitos com argola de cortina e rosinhas de feltro.

– Os buquês de jujuba: uma pra daminha e outro pra jogar.

– O meu buquê: desde que descobri esses estilos alternativos de buquê já sabia que o meu seria assim. Ele tinha flores de tecido e bijuterias (broches, brincos, presilhas de cabelo), e eu fiquei super orgulhosa do resultado!

 – O salão: nós reservamos um, mas usamos outro. A AABB tinha 2 salões e o que eu tinha reservado não poderia ser usado no dia anterior para a preparação. Mas eles disponibilizaram o outro salão, maior, pelo mesmo valor. A única coisa é que ele era muito mais antigo/acabado e eu fiquei desesperada, porque isso aconteceu faltando uma semana pro casamento. A gente fez o possível pra disfarçar os defeitos e realçar as qualidades dele. No final, foi melhor do que eu podia imaginar e eu não precisava ter surtado. Não mesmo! – Desculpa mãe! 🙂

– As flores de tecido: foram presente de uma amiga da família. Ela fez com muito amor as flores da minha tiara, do buquê, das tiaras das daminhas e do butonniere do noivo.

– Minha tia fez os pães de mel, que foram nossos “bem casados”. Ela comprou os frascos de bolhinha de sabão e a minha luva na [rua] 25 de março. Arrumou todos os arranjos de flor da Igreja e do salão, com a ajuda de mais um monte de “voluntários” queridos. Também costurou as roupas das 2 daminhas e dos 2 pajens.

– A flor escolhida para todos os arranjos foi a flor do campo. Compramos 12 vasos e alguns maços de tango. Usamos 6 vasos inteiros na decoração da igreja e os outros foram distribuídos em todos os outros arranjos. Depois da cerimônia religiosa os vasos foram para o salão e, depois, continuaram enfeitando a Igreja por alguns dias!

– Minha mãe fez os centros de mesa e o doce “romeu e julieta”, reformou a boneca que a daminha levou, foi no ferro velho buscar garrafas e potes de vidro, depois limpou e desinfetou tudo. Aguentou todas as minhas neuras via telefone, segurou as pontas e organizou tudo. E fez o meu vestido, que ficou e-xa-ta-men-te como eu queria e os gastos com material não passaram de R$ 150.

– Os sapatos eu comprei no Território do Calçado, em Jaú. R$ 130 os dois. E a melhor coisa foi ter comprado uma sapatilha pra mim, porque no começo da festa eu já queria jogar longe o sapato de salto! 😀

– Meu tio montou o som que emprestamos da Igreja e cuidou da sonoplastia.

– A cunhada fez o ganache delicioso e deu de presente.

– Minha prima querida, de apenas 18 anos, foi minha cerimonialista e cuidou para que tudo acontecesse em seu tempo.

– Meu sogro fez a plaquinha de madeira da entrada do salão e um balanço que eu esqueci de tirar foto!

– A tia do marido fez as capas das almofadas de crochê que ficaram no banco de madeira.

– Os móveis eu pensei em alugar, cotei preço em antiquário, mas no fim usamos a mesa de madeira da minha mãe pro bolo, um aparador com pé de máquina de costura antiga da minha bisavó, um banco de madeira rústico da minha tia pra ficar na entrada do salão e a cômoda da minha vó que ela comprou quando casou! Ficou tudo tão especial e cada coisa tinha uma história! E meu pai emprestou uma carretinha e levou tudo para o salão e depois de volta para as suas casas!

– Os noivinhos são um amor à parte. Foram presente de uma amiga ultra talentosa e o resultado ficou muito mais fofo do que eu podia imaginar!

– Um dos poucos serviços contratados foi o buffet. Comida deliciosa, serviço sem complicação e preço mais do que justo – R$ 22 por pessoa com entrada, almoço e bolo (delicioso!) com sorvete. Recomendo de olhos fechados! Depois só tivemos que comprar as bebidas e os docinhos de bar (jujubas, paçoca amor, pingo de leite e top bels – as famosas tetas de nega!).

– O fotógrafo eu importei de Brasília! Ele é meu amigo de longa data e, mesmo com as passagens, o preço e a qualidade do serviço compensaram.

No sábado à noite dividimos a família e os amigos em 2 equipes: metade arrumando a Igreja, metade no salão. Pra mim, esse foi o verdadeiro making off do casamento. Foi comovente ver a dedicação de todos!

O casamento aconteceu no domingo de Páscoa, às 11h da manhã. Na festa nós cantamos 2 músicas de surpresa pra todo mundo e foi lindo – não pela nossa interpretação, porque ninguém aqui é cantor, mas a reação das pessoas foi muito legal! O que mais curtimos foi sentir todo o carinho dos convidados, e o dia voou. No fim, ficaram só ótimas lembranças!

E o balanço final: fizemos uma festa pra cerca de 150 pessoas e a despesa se aproximou dos R$ 7 mil, divididos entre os meus pais, os pais dos noivos, eu e o Ri.”

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fornecedores

Local: AABB Pirassununga | Noivinhos: Camila Botelho – E-mail: botelho.arte@gmail.com | Buffet: Antonio Previto – E-mail: aprevito@hotmail.com | Fotografia: Willy Ferraz

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