Lua de mel | Encantos do Mato Grosso do Sul - Parte 1: Corumbá - Casando Sem Grana
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Lua de mel | Encantos do Mato Grosso do Sul – Parte 1: Corumbá

Oi, gente!

Hoje eu vou falar sobre a minha terra linda: o Mato Grosso do Sul! Eu sei que para 99% dos brasileiros aqui só tem gado, fazendas a perder de vista e bichos andando soltos na rua. Não é bem assim não, viu?! Temos MUITAS belezas históricas e naturais, mas vou me concentrar nas duas cidades mais bonitas (na minha opinião). No post de hoje, falo sobre Corumbá.

Gente, primeiro devo fazer um mea culpa, porque eu só conheci essa cidade deliciosa porque fui convidada a trabalhar aqui. Nunca havia tido a curiosidade de conhecer antes e devo dizer que vir pra cá foi a decisão mais acertada que eu já fiz na minha vida! Agora, não tenho mais vontade de ir embora…

Antes de mais nada, ajuste seu relógio: aqui tem 1h a menos que o horário oficial de Brasília.

 

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Casa Vasquez, construída em meados de 1800 e que hoje abriga a sede do Instituto Homem Pantaneiro. Casa Vasquez: construída em meados de 1800, hoje abriga a sede do
Instituto Homem Pantaneiro

Com 236 anos, Corumbá foi uma das primeiras cidades do MS, por causa de sua proximidade com um rio altamente navegável, o Rio Paraguai. Por causa disso, a região de Porto Geral tem casarões e Igrejas de tirar o fôlego.

 

Recomendo:

  • Casa Vasquez: sede de um dos lugares onde trabalho, o Instituto Homem Pantaneiro. É um casarão de 3 andares recentemente restaurado e que tem uma vista de tirar o fôlego. Toda vez que eu chego lá, me emociono um pouquinho mais, hehe
  • Porto Geral: a vista para o Rio Paraguai é o pano de fundo ideal para várias fotos românticas ♥
  • Igreja de Nossa Senhora da Candelária: na rua de cima do Porto, é a Igreja da Padroeira da Cidade
  • Muhpan: é o museu do Pantanal, com entrada gratuita e que funciona das 13h às 17h

 

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Pôr do sol na Serra do Amolar, região lindíssima do Pantanal, praticamente intocada pelo homem. Pôr do sol na Serra do Amolar, região lindíssima do Pantanal,
praticamente intocada pelo homem

Ô natureza linda! Uma diversidade sem-fim de animais, plantas, sons e cheiros que jamais vai te deixar entediado. Só o pôr do sol já é suficiente pra se apaixonar pela cidade. Existem passeios de lanchas e chalanas a partir de R$10 para vocês conhecerem um pouco mais o Pantanal. Se vocês tiverem um pouquinho mais de dinheiro, recomendo investir em um passeio de barco-hotel, de 3-5 dias, porque aí vocês sobem o rio. No próprio site da prefeitura tem uma lista de fornecedores confiáveis. Basta ligar e agendar 😉

Acabo de voltar de uma viagem de 10 dias pelo Pantanal quase intocado pelo homem e só tenho uma coisa a dizer: EITA TERRA LINDA DE MEU DEUS! Não conseguia acreditar em tanta beleza diante dos meus olhos. Era tanto verde, tanta água, tanta natureza selvagem… Quase não tive coragem de voltar!

Jack, o jacaré, era um cara bem legal. Me emprestou a praia dele pra eu nadar e tudo, rsrs Jack, o jacaré, era um cara bem legal. Me emprestou a praia dele
pra eu nadar e tudo, rsrs

 

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Bolívia aqui nessa cidade significa uma coisa: COMPRASSSS! Aproveite para renovar seu guarda-roupa com camisetas a R$ 10 e calças jeans a R$ 20. Se sua cidade natal é fria, você vai adorar os casacos de couro a partir de R$ 60. Mas tem que gastar sola do sapato e procurar, porque o vestuário boliviano é um pouco, digamos… Extravagante demais para nós, brasileiros.

Você também pode pegar o trem em Puerto Quijarro (cidade fronteiriça com Corumbá) e ir até Santa Cruz de La Sierra, uma das principais cidades bolivianas (e uma das mais bonitas também). O único contra é que, para comprar a passagem, você precisa trocar seus reais por bolivianos. Acredito que R$ 1 valha BOB$ 2,5. Uma passagem de trem do tipo SuperPulmann (similar a um ônibus) custa em torno de R$ 25; já o vagão das camas pode ser comprado a R$ 90 e viaja no período da noite (ganha em conforto mas perde na paisagem).

 

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Bailarinas do Moinho Cultural apresentando a dança "Três Nações". Bailarinas do Moinho Cultural apresentando a dança “Três Nações”

O povo corumbaense tem um dos calendários festivos mais diversificados de Mato Grosso do Sul. Os principais são: Carnaval em fevereiro, Festival América do Sul em maio, Arraial do Banho de São João e Festival da Viola de Cocho em junho, Pantanal Extremo em novembro, Cantatas de Natal e Moinho in Concert em dezembro. Como é muita coisa, clique nos links para saber mais. E o melhor: 90% desses programas são gratuitos! Os que não são, como os shows do festival, têm preços populares.

***

 

Cuidados:

Traga protetor solar fator 1500 se sua pele for muito branca. O sol aqui castiga pra caramba. Além disso, um repelente dos bons, porque mosquitos aqui são criados no leite com pera, haha.

Como chegar:

O aeroporto de Corumbá recebe voos diários da Azul, vindos de Campo Grande, a capital. Caso você prefira vir de carro, a cidade fica a 413 km de distância de CG.

Hotéis:

A rede de férias Candeias possui um hotel maravilhoso aqui, na beira do rio, que para conveniados sai bem barato, cerca de R$ 80. Para quem não tem, existem outras opções igualmente boas e baratas, no centro da cidade. Há ainda a opção dos barcos-hoteis, que eu mencionei lá em cima.

 

Espero que tenham gostado, gente! No próximo post, a cidade da vez será Bonito.

Beijocas,

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Obs. A foto principal é do passeio de barco na região de Porto São Pedro, rio Paraguai, Pantanal Sul-Matogrossense.

 

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