Casamento real e econômico | Carol e Rafa - Casando Sem Grana
HISTÓRIAS REAIS SÃO PAULO

Casamento real e econômico | Carol e Rafa

Um casamento no campo, fim de tarde, ao estilo americano.
Foi exatamente assim que a Carol e o Rafa viveram o seu grande dia!

A Carol diz o tempo todo que não se considera uma noiva daquelas que sempre sonhou com o casamento, mas quando decidiu casar foi pra valer! Apesar de morarem em Portugal, eles escolheram casar no Brasil, em São Paulo, pra família estar presente. Foram 5 meses para organizar tudinho, dá pra acreditar?

O local e o buffet foram escolhidos com a ajuda da família do Brasil, porque eles não estavam aqui pra correr atrás, visitar, decidir e tal. E como queriam um casamento estilo rural, bem diferente, a Carol arregaçou as mangas e foi atrás de várias coisas pra decoração. Comprou na Europa mesmo tudo o que podia pra deixar o lugar com a cara deles.

Pra deixar o casório ainda mais legal, eles também trouxeram várias tradições de Portugal, como os sininhos pra tocar na hora da cerimônia, licor para as lembrancinhas e amêndoas pros convidados. E sabe o que mais rolou na festa? Varal de algodão doce pras pessoas irem pegando durante o dia.

Ficou demais! Vê só:

 

“Olá,

Primeiro de tudo: só decidi enviar o relato do meu casamento para o site porque se não tivessem sido vocês meu casamento nunca teria saído da assinatura dos papéis! Foi realmente inspirador ver que tantas meninas se veem na situação de querer casar, mas não sabem COMO fazer para cortar os custos.

Nunca na minha vida imaginei que iria casar, sempre achei uma coisa ‘fora de moda’, ‘cafona’. Mas, como dizem, quando é para ser tudo se transforma, e assim foi quando eu e meu noivo decidimos nos casar. PORÉM, como muitas de vocês, eu quase morri quando vi os preços que surgem quando o assunto é CASAMENTO.

Moramos em Portugal e decidimos, em agosto de 2013, que depois de 2 anos sem ver os amigos e família, iríamos fazer nossa festa de casamento no Brasil, algo simples, no campo, no final da tarde, ao estilo americano. Marcamos então para o dia 01 de fevereiro de 2014 (sim, teríamos 5 meses para fazer acontecer!). Mas como eu nunca tive informação alguma a respeito do tema CASAMENTO, e achei que fosse algo do tipo ligar – contratar – pagar – pronto, somente em OUTUBRO decidimos ver a primeira coisa: o LOCAL. E, então, meu pesadelo começou… Primeiro com os preços – tudo exageradamente CARO.

No CSG eu vi uma menina que tinha se casado na região de Valinhos, então comecei a procurar chácaras, sítios e tudo mais, e encontrei, em Jundiaí, o Sitio São Francisco. Preço fantástico, equipe maravilhosa, super prática, profissional e flexível. Meus pais fizeram a visita, minha irmã fez um vídeo para eu poder ver o local (pois eu estava fora do Brasil) e, assim, decidi que seria lá (meus convidados eram 80% de SP e outros do interior, em Botucatu).

Enquanto isso, uma grande amiga e madrinha começou a pesquisar os buffets, fazer visita e degustação (adorei a ideia, pois eu odiaria ter que ficar indo em degustação), e quando ela encontrou o Ernane’s Buffet, em Campinas, ela gostou bastante; meus sogros foram e também aprovaram e eu fechei com eles (uma escolha OK, mas com alguns problemas no dia, que para quem quiser eu posso esclarecer por email).

Fechados os dois, já era NOVEMBRO. Vestido de noiva? Upsss! Apenas um detalhe que eu nem tinha pensado (eu disse, não sou uma noiva que nasceu para ser noiva)… E mais uma vez entrei em PÂNICO quando vi os preços. Meu Deus, não quero uma lancha nova, apenas um vestido branco. Enfim, depois de quase desistir do vestido de noiva (pois me recuso a ser roubada e já estava pronta para comprar um ‘tubinho branco’), mais uma vez minha amiga encontrou o site da milanoo.com, e lá me arrisquei a comprar o vestido da China (rsrs). Já era DEZEMBRO (rs) e eu arrisquei pois o valor era TÃO baixo que eu não acreditei que iria chegar, mas caso não chegasse o prejuízo seria pequeno. E 17 dias depois ele chegou exatamente como na foto: muito mais lindo do que eu imaginava! Quando vesti, em meados de dezembro, aí foi que percebi que IA ME CASAR!

E percebi que eu ainda NÃO tinha decoração, música, foto etc. etc.! Se eu me estressava? Bem, eu dava uns PT às 2 da manhã, chorava, dizia que ia cancelar tudo pois era muito difícil ver as coisas de longe… Massss meu noivo e minha mãe eram BEM diretos e diziam: ‘tem lugar, tem comida, tem bebida e tem pessoas; o resto é detalhe’. E, então, eu arregacei as mangas e decidi ir ao trabalho. Minha irmã fechou o básico com a decoração (apenas minha entrada, mesa de bolo e mesa de convidados), eu fechei o próprio DJ do buffet – mas fiz a lista de música do começo ao fim, não teve nada que tocasse que estivesse fora da minha lista, pois não gosto de músicas de casamento tradicional e no nosso tocou tudo no estilo Beatles. Passei a consumir blogs, sites e tudo mais para ver COMO fazer um casamento estilo rural (que são os mais caros atualmente) de uma forma low cost.

Convite, lista de presentes, TUDO pelo Zankyou. Impecável. Nota mil para eles!

Percebi que teria que fazer muita coisa eu mesma, daí comecei a comprar coisas aqui na Europa, como luzes, suportes, coisas para decoração (levamos 3 malas enormes somente com artigos de decoração). Foi tudo MUITO diferente.

No dia do casamento (marcado para às 18h), acordamos cedo e às 7 da manhã estávamos no sítio, martelando, pregando, grudando, montando tudo. Saí de lá às 14h para poder me arrumar – acreditem ou não, eu tentava cochilar enquanto me maquiavam. Cheguei ao sítio e, quando vi as pessoas sentadas, meus avós, nossas famílias, somente então percebi que estavam lá para nos ver, e bateu aquele frio na barriga…

Conforme as pessoas iam chegando, as madrinhas entregavam um leque amarelo para as mulheres (afinal, o calor estava torturante).

Entraram os melhores amigos dele, depois minhas melhores amigas (elas escolheram juntas o modelo de vestido e a cor, e mandaram cada uma fazer em sua cidade). Quem carregou as alianças foi minha irmã e a irmã dele, que entraram de branco, foi MUITO emocionante. Eu e ele decidimos entrar com pai e mãe juntos, foi lindo! A cerimônia foi feita por uma pessoa da família dele, então as palavras foram muito tocantes e pessoais.

Foi tudo muito leve e natural, nada de discurso, nada de valsa para fazer chorar. Foi mesmo uma união nossa com todos ao redor. Peguei MUITAS ideias de sites e blogs americanos, que são campeões em eventos diferentes.

Sou doida por algodão doce, então fiz um varal na cerimônia com mini-algodões doces, para as pessoas pegarem (até o final da festa não sobrou UM!). Pendurei, também, em uma árvore na entrada da recepção, corações de madeira com o sobrenome de cada família que estava no casamento; eles amaram, passaram a noite à tirar fotos debaixo da árvore e levaram para casa o seu sobrenome. Fizemos uma mesinha de hall com caixa de feira, com fotos do casamento de nossos pais, livros que gostamos de ler etc. Também montamos uma cabine de fotos (só decoramos, pois havia uma estrutura no sítio), onde deixei máquinas descartáveis para que os convidados tirassem fotografias; também havia um varal de fotos, mas não fotos do casal, e sim uma linha do tempo – desde nossas mães grávidas até atualmente, com fotos nossas junto com os convidados em alguns momentos de nossa vida. Não joguei buquê, fiz a brincadeira da fita com um vinho do Porto em uma lata rosa para as meninas e ele jogou um vinho do Porto para os meninos.

Trouxemos mais coisas da tradição portuguesa também, como os sininhos para tocar na cerimônia (na hora do beijo dos noivos), amêndoas caseiras para os convidados (que nossas irmãs distribuíram em cestas, após a cerimônia) e, de lembrancinha, nada de bem-casados: demos garrafinhas de um licor que somente é produzido em Portugal. Compramos direto da fábrica e foram personalizados com escritos do casamento atrás.

Aproveitamos o casamento totalmente! Nada de formalidades ou tradições, do jeito que eu nunca pensei que conseguiria realizar.

Uma coisa que indico para todas: tenham uma equipe de cerimonial no dia. Eu, mesmo super desencanada, super ‘não bridezilla’, super não noiva tradicional, contratei a empresa Com Um Pé No Altar e, como disse minha família: ‘valeu cada centavo pago’. Pois, meninas, no dia irão aparecer MIL imprevistos. E sabe a melhor parte? Eu não tenho ideia dos problemas que aconteceram no meu, pois a equipe tratou de tudo e eu pude curtir totalmente a festa, que tinha a NOSSA CARA!

Deu trabalho, MUITO trabalho. Cheguei a pensar que o casamento não iria acontecer. Deixar tudo para cuidar em 4 meses, então, foi uma loucura. Mas eu jamais conseguiria passar um ano planejando meu casamento. Simplesmente não faz meu perfil!

E foi realmente o que dizem: ‘o dia mais feliz de minha vida’! Quando lembro, dá até vontade de começar de novo!!! 🙂

Um beijão,
Carol”

 

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fornecedores
Buffet, som e decoração: Ernane’s Buffet | Local: Sítio São Francisco | Cerimonial: Com Um Pé No Altar | Foto: Felipe Grespan

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