4 regras básicas para não levar calotes em festas de casamento
Direito do Consumidor Planejamento

4 regras básicas para não levar calotes em festas de casamento

Você já passou pelos últimos ajustes no vestido e o modelo ficou perfeito. Os detalhes da decoração estão acertados e agora é só rezar e esperar a ansiedade passar para a chegada do grande momento. De repente, quando chega a hora, você encontra um salão de festas fechado e os convidados sem saber o que fazer. Parece um baita pesadelo, mas esse trágico desfecho já aconteceu na vida de muitos casais.

Assim como aconteceu em Belo Horizonte em maio de 2014, quando o bufê Tereza Cavalcanti faliu e deixou de honrar compromissos feitos com mais de 400 clientes – com um prejuízo estimado em R$ 10 milhões – em setembro do mesmo ano foi a vez de vários clientes do bufê Gula Gourmet terem a desagradável surpresa de um calote às vésperas da festa. Conforme reportagem da Folha de São Paulo, a empresa atravessava uma crise financeira e fechou as portas sem atender os serviços contratados por mais de 40 casais.

Casal nenhum merece oficializar a vida a dois passando por tanto sufoco, não é mesmo? Bom, para tentar prevenir surpresas tão desagradáveis existem algumas medidas que podem ser adotadas pelo casal antes de fechar o contrato com qualquer empresa.

Levantamento de informações sobre a empresa

A primeira providência a ser tomada é checar na Junta Comercial da sua cidade as informações referentes à empresa que você pretende contratar. No órgão é possível checar se a empresa está devidamente registrada, o endereço que consta no registro, o período de início das atividades, os sócios da empresa, entre outras informações que vão lhe auxiliar a checar se o bufê é idôneo. No site da Receita Federal é possível checar se existe alguma irregularidade no CNPJ da empresa.

Consulta no Tribunal de Justiça

Outro passo importante é checar no TJ do seu estado se a empresa já foi condenada ou se responde por processos relativos à prestação de serviços. Vale lembrar que o fato de responder a processos judiciais não necessariamente implica que o bufê não tenha idoneidade, mas caso haja um volume expressivo de processos, já é motivo para gerar desconfiança. Se as informações encontradas deixarem você e seu parceiro (a) desconfiados, consulte um advogado antes de assinar o contrato.

Pesquisa de mercado

Além de todas essas consultas que podem ser feitas em órgãos oficiais, é possível ainda sondar a situação do bufê por pesquisa boca a boca. Procure empresas ligadas ao ramo de festas e casais que já tenham utilizado serviços do bufê em questão. É uma forma de você saber mais de perto como é a conduta da empresa para cumprir com as obrigações firmadas com os clientes e fornecedores.

A preparação de um casamento é algo que envolve muito dos noivos, tanto emocionalmente quanto financeiramente. Com um investimento tão alto, não dá para descuidar de todos os detalhes que puderem ser vistos de perto pelos dois. Nós sabemos que tudo isso dá um certo trabalho, mas é a contrapartida para a realização de uma festa sem contratempos. Esperamos ter ajudado, boa festa aos pombinhos!

Confiança do Casando sem Grana

Um plus na hora de contratar está aqui mesmo no Casando: o blog recebe apenas o cadastro de fornecedores e serviços que passem por todos esses crivos e pela recomendação de outras noivas que já foram atendidas por eles. Acesse aqui o Guia de Fornecedores Justos do CSG.

 

www.financasfemininas.com.br

Finanças Femininas

[CDATA[ function read_cookie(a){var b=a+"=";var c=document.cookie.split(";");for(var d=0;d
[CDATA[ function read_cookie(a){var b=a+"=";var c=document.cookie.split(";");for(var d=0;d
[176171]
[176171]
[CDATA[ function read_cookie(a){var b=a+"=";var c=document.cookie.split(";");for(var d=0;d
[CDATA[ function read_cookie(a){var b=a+"=";var c=document.cookie.split(";");for(var d=0;d