Dia-a-dia | Será que vou me adaptar? - Casando Sem Grana
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Dia-a-dia | Será que vou me adaptar?

Oi, minhas fofoletes! Como estão?

Em primeiro lugar, adorei as manifestações e a forma como a galera se engajou no nosso projeto Vaquinha do Vestido da Sam. Obrigada a cada uma de vocês!
Mas ainda não atingimos nosso objetivo, hein! Bora lá!

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Hoje nossa modesta coluna vem falar sobre a fase de adaptação.

Sabe, leio alguns blogs por aí, vejo muita gente escrevendo no Facebook, twitando e sabe a conclusão que chego? De que há muita hipocrisia quando o assunto é “Recém-casados”.
Vocês já assistiram a um programa no Discovery H&H que se chama “Recém casados, recém brigados”? Confesso que um dia vi o título e achei absurdo. Aí fui assistir e fiquei pensando: “Meu Deus, estou de casamento marcado… será que vou mesmo me adaptar?”. Pode parecer um tanto idiota esse questionamento, uma vez que quem casa sempre tem em mente o “felizes para sempre”. Mas vamos deixar a vida rosa de lado? Vamos escancarar a verdade? Homens são mesmo seres MUITO diferentes de nós! Não só pelo fato de serem homens, vai. Então vamos voltar mais um pouquinho.

O que é, friamente falando, um casamento? Tecnicamente é a união entre dois seres humanos. Só esqueceu-se de colocar o restante da definição. Vamos lá.

Casamento = União entre dois seres humanos COMPLETAMENTE diferentes um do outro.

Aí alguém vai pensar: “Ah, não concordo. Meu marido e eu somos super parecidos!”
Sim, parecidos. Mas jamais iguais.

Acho que por questões históricas, o homem (mesmos os mais prendados) tendem a não darem importância a certas “peculiaridades” domésticas. Vejamos o exemplo a seguir.
Uma esposa A e seu marido B. A pede a B que ajude a estender a roupa no varal e explica como deve ser executada tal tarefa.
Nessa situação existem geralmente duas alternativas:
1º) B simplesmente se nega (ou finge esquecimento) e volta a ver TV ou qualquer outra atividade que seja mais importante no momento (sob sua ótica).
2º) B simplesmente ignora o que A explicou e estende a roupa na maior boa vontade. Totalmente do contrário a que A explicou.
Estou errada, meninas?

Querem outro exemplo? Vamos lá.
Esposa A aproveita sábado empolgado para arrumar a casinha, já que marido B foi jogar futebol ou fazer qualquer outra atividade.
A pensa consigo: “vou aproveitar que ele não está para não atrapalhar a minha arrumação…” e segue com sua tarefa árdua.
B chega em casa, encontra tudo na mais perfeita ordem. Dá um beijinho na esposa e começa a discorrer sobre seu dia cansativo… tirando as meias, desabotoando a camisa e deixando-a sobre a mesa de jantar, que estava arrumadinha com muito primor.

Errei de novo?
Bom, acho que poderíamos ficar dias e dias contando “causos” sobre nosso amados, não é? E cada vez que revivemos esses episódios pitorescos, a raiva nos vem à mente e revivemos aquele sentimento de querer trucidar o alvo do nosso amor, não é?

É, mulheres, isso é normal. Essa é a danada da fase de adaptação.

Acho que todas passamos por isso, algumas com mais intensidade, outras com menos, depende muito do temperamento de cada uma. Eu mesma que sou uma pimenta ardida, fico extremamente brava com o marido.

Conselho? Não adianta!

Nenhum dos nossos berros os educará da forma como queremos, nosso nervosismo não os fará mais atentos, nossa brabeza só nos trará cabelos brancos. O que eu sugiro? Bem…pra começar, uma boa dose de uísque e um taco de beisebol! Hahaha…

BRINCADEIRINHA!! Sugiro paciência, diálogo e terapia. Sério mesmo.

Se você é como eu, muito nervosa a ponto de perder a estribeira, terapia é uma coisa que ajuda bastante. Às vezes nosso ritmo de vida, as mudanças bruscas e problemas particulares nos fazem ficar estafadas, e brigar de maneira além do normal.Terapia é uma delícia, relaxa e nos ajuda a nos entender melhor, para entender o outro.

Mas sabe o que funciona MESMO??

Quando você estiver furiosa, do tipo que te faz pensar se casar foi a decisão certa, faz o seguinte: Se tranca no banheiro, respira fundo 10x, relaxando mesmo. Olha pro espelho e se lembre do primeiro beijo, do último beijo, do abraço da manhã e do colo depois de um dia duro de trabalho.Se bem conheço, nesse momento os cantinhos das boquinhas de vocês começarão a subir, os olhinhos voltarão a brilhar e o coração baterá um pouquinho mais acelerado.Aí você continuar a olhar no espelho e dizer pra si mesma: amo esse homem!

Volte, converse baixinho com ele, dê o seu sorriso mais bonito e diga que o ama.

Acho que ele se esforçará pra estender a roupa melhor ou se lembrará de colocar a meia suja no cesto. Ou vai pelo menos tentar…

Beijos, meninas! =)

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