Dia-a-dia | Kit família? - Casando Sem Grana
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Dia-a-dia | Kit família?

Olá, gente! Tudo bem?

Lembra que dia desses falei para vocês mandarem emails com sugestões de pauta? Pois é, recebi alguns e hoje vou falar sobre um deles.

Uma leitora, que vou chamar de Beth, me contou a seguinte história: o noivo dela tem um filho pré-adolescente. Quando ele fica com o filho, a família dele faz questão de trata-lo como um bebê, enchendo-o de mimos. E quando o menino não está por perto, a família fica a todo momento “cutucando” a Beth e o noivo, lembrando da existência desse filho, como forma de provocá-la.

O que Beth me contou é que a família do noivo age como se ela fosse uma ameaça à relação de pai e filho, e isso a incomoda muito mesmo.

Além disso, a mãe da criança também não combina as datas em que vai deixá-lo com o noivo da Beth. Ela simplesmente aparece com a criança e pronto.

Bom, querida, que situação complicada, hein!

Namorar/noivar ou casar com alguém que já vem com “kit família” realmente exige um pouco mais de jogo de cintura e paciência do que o normal.

No caso da nossa leitora, ela me pergunta o seguinte: como impor regras na nova casa do casal sem ser tachada de má-drasta?

Essa questão é muito delicada, mas enquanto penso em algo para escrever, só me vem à cabeça o ditado: “Não dá pra fazer uma omelete sem quebrar os ovos.”

Não sei como é a sua relação com seu noivo, mas eu penso que isso só pode ser resolvido com muito diálogo.

Colocar as cartas na mesa, tudo muito às claras, para saber a real posição de ambos em relação à essa questão.

Primeiro: a mãe do garoto terá que se acostumar com novas regras. Seu noivo, futuro marido, deverá ter uma conversa franca e esclarecer que agora vocês estarão formando uma nova família, onde o filho já faz parte, mas da mesma forma como ela gosta de ser respeitada, a dona da casa deverá ser respeitada também. É a SUA casa agora.

Segundo: já que o garoto é um pré-adolescente, já está bem grandinho para entender certas coisas, não? Conversar com ele de igual para igual, mostrando o quanto a mãe e o pai dele se respeitam e o quanto você respeita a relação dos dois, mas que agora o pai dele resolveu formar uma nova família, da qual ele faz parte, e que você entra na história para ser uma amiga, uma facilitadora das relações.

Acredito que a forma mais fácil de impor respeito à uma criança é conquistando a confiança dela.

Sabe uma coisa que ajuda muito? Já leu “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu? Fala de estratégias de guerra.

“Nossa, Fé, você acha que a vida é uma guerra?”

Não, não acho. Mas acho que em algumas situações nós precisamos agir com estratégia, para não magoarmos algumas pessoas ou nos sairmos melhor em questões delicadas.

O que eu quero dizer?

Já ouviu a famosa frase: “Mantenha seus amigos perto, e seus inimigos mais perto ainda”?

É exatamente isso. O filho em questão não é um inimigo. A família não é inimiga. Mas em algumas situações podem se comportar como tal.

E a forma de você se colocar dentro dessa família é conquistando o respeito de todos através da docilidade, simpatia, mas sem esquecer a firmeza.

Não posso dizer muita coisa, mas trouxe o assunto aqui para que todas possam opinar. Quem sabe alguma noivinha por aqui não passou pelo mesmo problema e tenha um depoimento que possa ajudar nossa amiga Beth?!

E aí, gente! Como vocês tratariam essa situação?

Um beijo de sushi,

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