Casamento real e econômico | Dayane e Alexandre - Casando Sem Grana
HISTÓRIAS REAIS SÃO PAULO

Casamento real e econômico | Dayane e Alexandre

Eis aqui um relato diferente ( e se alguma noiva se identificar com o pedido dessa noiva, pode fazer o mesmo 🙂

A Dayane nos mandou as fotos da decoração do seu casamento e de tudo o que criou para ele e evitou enviar fotos do seu rosto e do noivo pois ambos são muito reservados. Sem problemas! Aqui a gente respeita o gosto do freguês, hahaha 🙂

Eles são da cidade de Presidente Prudente, interior de São Paulo e para resolver o problema da lista imensa de convidados fizeram duas recepções e colocaram a mão na massa com muita força de vontade!

“Olá!
Meu nome é Dayane, meu esposo se chama Alexandre e nós nos casamos em junho deste ano. Inicialmente nossa ideia de casamento era realizar uma cerimônia religiosa e oferecer uma festa enorme, com toda a família e amigos, o que se mostrou inviável depois de estabelecermos uma lista com mais de duzentos convidados, com a consciência de que ainda faltava muita gente.

Além disso, para quem não conhece muito desse universo, pode ser assustador descobrir o preço dos “sonhos” que esse mercado tão específico está disposto a vender, a começar por coisas simples, como um penteado. Quando a palavrinha mágica “casamento” é pronunciada tudo passa a valer até o triplo do habitual! Mas nada que amor e paciência (como na vida a dois) não possam superar.

Após muita dor de cabeça e cálculos, optamos por realizar duas pequenas recepções em datas diferentes: um jantar para os amigos mais íntimos oferecido pelos meus sogros no dia do civil e um mini-wedding oferecido pelos meus pais após a cerimônia religiosa.
A partir daí começamos uma maratona em busca de preços acessíveis e de soluções artesanais.

Igreja – Na nossa cidade há uma igreja de Nossa Senhora Aparecida e a escolhemos pela devoção, pelo tamanho (proporcional ao número de convidados) e por ser muito bonita, o que não exigiria muitos gastos relativos à decoração.

Vestido – Queria algo singelo e delicado, mas que não custasse um absurdo e, após muita pesquisa, acabei encontrando em uma loja de locação.

Decoração – Escolhemos flores delicadas, tanto na igreja, quanto na recepção, em função também do horário do casamento (matutino).

Fotografia – Praticamente ganhamos de um amigo que é fotógrafo.

Convites – Produzimos as artes para ambas as cerimônias (convites grandes, individuais e tags para lembrancinhas) e imprimimos em uma gráfica com uma amiga, o que barateou absurdamente o processo. Para terem ideia, nos primeiros meses escolhemos um convite que era a nossa cara em uma loja especializada, mas ficamos frustrados diante dos trinta reais cobrados por unidade. Personalizando, o convite para o civil saiu por 50 centavos (unidade) e o convite para o religioso custou R$1,20 (unidade). E todas as peças tiveram a mesma qualidade de impressão que as opções da loja, couchê 250g. Para os envelopes adotamos a dica da Erika sobre os doilies. Usamos como base para o convite do religioso e como detalhe no convite do civil.

Topo de Bolo – Após pesquisarmos, escolhemos um modelo e o confeccionamos com feltro e renda.

Lembrancinha – Para o religioso foram trufas dentro de flores de lótus de origami (feitas com a ajuda do noivo, da minha mãe e avó). Para o civil utilizamos as mesmas flores, mas em miniatura e dessa vez colocamos brigadeiro no lugar, além de distribuir mini-casais de tsurus.

Chuva de arroz – Utilizamos a mesma arte, aplicada em pacotinhos de papel. Dentro colocamos alpiste (que poderia ser “reaproveitado” pelos passarinhos) e alguns tsurus. O efeito foi bem legal e os convidados se divertiram.

Forminhas de doce – Em geral as forminhas de doce costumam ser muito caras. Mas encontrei inúmeros sites que ensinavam como produzir forminhas em papel de seda, em papel crepom, em papel de origami e até em tecido. Ficamos com a ideia do origami de flor de lótus na versão mais simples, feito com papel de presente – mais barato, bonito e resistente que o papel de origami – e com um modelo bem fácil produzido com papel de seda.

Recepção – Escolhemos um restaurante novo que já havíamos visitado. Para nossa surpresa, usar esse tipo de espaço nos deu muito menos trabalho e muito mais opções de cardápio, sem falar na diferença de preço ao compararmos com os tradicionais buffets.

Bom, é isso meninas. Após seis meses de preparativos, respiramos aliviados com o resultado. E depois de sermos tão minuciosos com a ordem das músicas, com o fio desfiado no laço do buquê ou com a dobra do envelope, é engraçado perceber que só nos lembramos da alegria que sentimos e da satisfação dos nossos pais e amigos em poder dividir esse momento conosco. Sei que não dá para ignorar as preocupações tradicionais de uma noiva, mas procurem aproveitar essa fase juntos e se divertir com os percalços que surgirem. Será uma boa oportunidade para exercitar o companheirismo e reafirmar os motivos que uniram vocês.

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Fornecedores
Decoração – Maria Antônia (18 3223-6350) | Fotografia – Jorge Flash (18 99737-0137) | Recepção – Restaurante Tropeiro Grill (18 3904-4042)

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